Final de semana em Petrópolis – Alguns pontos turísticos e hotel

    No início de setembro, eu e o Renato fizemos aniversário de namoro e resolver passar um tempinho na Cidade Imperial, aproveitando o friozinho e (re)conhecendo um pouquinho mais de Petrópolis. Nós já conhecíamos a cidade por conta dos vários bate-volta já feitos com as nossas famílias, mas isso não nos impediu de visitar a maioria dos pontos turísticos novamente e fazer coisas novas!

    Nos hospedamos no Grande Hotel Petrópolis, principalmente por conta de sua localização, exatamente do outro lado da rua do Museu Imperial. E por ali, você ainda pode ir andando para vários outros pontos, como a Catedral e a Casa do Santos Dumont. Por isso, se seu tempo em Petrópolis é curto, recomendo a estadia!

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    O café da manhã é maravilhoso e farto. O quarto é bem aconchegante (só achei um pouquinho pequeno) e os únicos pontos negativos ficaram por conta da acústica (meu namorado disse que não conseguiu dormir muito bem por conta do barulho que os outros hóspedes faziam no corredor; eu durmo que nem pedra sempre, então barulho nunca incomoda, haha!) e o preço, que é meio salgado.

    Chegamos em Petrópolis por volta das 14h e logo tratamos de fazer o check-in, deixar nossas coisas no quarto e explorar a cidade. Primeira parada: o Museu Imperial, é claro!

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    A entrada custa R$10,00 (inteira) e ainda existe a possibilidade de comprar ingresso para o show de luzes, que começa às 20h e custa R$20,00 (inteira). Como não vimos o show de luzes, não sei dizer se vale a pena. Uma amiga já viu e disse que é bem bonito!

    O Museu Imperial é bem rápido de ser visto. Acho que ficamos 1h30 lá dentro e olha que não pulamos nenhuma sala e lemos todas as informações! Eu e Renato achamos o Palácio pequeno, acho que porque como visitamos quando muito novos, tudo deveria parecer maior, hahaha! Minha parte favorita foi a das joias, é claro hehe.

    Não tenho fotos da parte de dentro do Museu, pois é proibido fotografar, mas é possível fazer um tour virtual no próprio site. É necessário deixar a bolsa no guarda-volumes da entrada (que é de graça).

    Seguindo nosso passeio, andamos pela Rua da Imperatriz até a Catedral de Petrópolis, na qual estão sepultados Pedro II, Dona Teresa Cristina, a Princesa Isabel, seu marido, o Conde D’Eu, Pedro de Alcântara e Elisabeth Dobrzensky. No dia em que fomos, a igreja estava toda preparada para um casamento.

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    Logo na frente da Catedral, fica a casa de Princesa Isabel, mas ela não é aberta para visitação, uma pena! Só é possível ver do lado de fora.

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    Enquanto andávamos no entorno, passamos por vários prédios bonitinhos e muitas casas históricas.

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    Ali na rua em frente à Catedral, chamada Avenida Köeller, muitas das casas tinham plaquinhas, explicando o porquê eram importantes e o que eram antigamente.

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    Bom, depois de visitar a igreja, fomos em direção à Casa de Santos Dumont, mas chegamos lá depois das 17h e ela já tinha fechado. Fuéeeen 🙁

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    Só vimos por fora, tiramos uma foto do Relógio das Flores (exatamente ao lado), passamos pela frente do Museu de Cera (que fica na mesma rua) e fomos até a lojinha da fábrica de chocolate (que fica ao lado do museu). Vale MUITO a pena provar o chocolate, é delicioso!!!

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    Ah! Na frente da Rua Monsenhor Bacelar (onde fica tudo isso que falei acima) tem uma pracinha (chamada Praça da Liberdade), onde estava tendo shows e é um ótimo lugar para pegar Pokémons, hahaha! 😛

    De noite, resolvemos jantar no Restaurante Massas Luigi. Tentamos fazer reserva quando passamos na frente dele pela  tarde (ele fica na frente dessa praça! Falei que era tudo pertinho, hehe), mas a mulher nos informou que eles não faziam reserva para duas pessoas. Quando chegamos à noite, por volta das 21h, o restaurante não estava cheio. Então, a reserva teria sido desnecessária de qualquer maneira.

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    Créditos da imagem

    Importante dizer que ele é dividido em dois: o Casarão e a Pizzaria. No sábado, todos os pratos eram servidos nos dois lugares, então não fazia diferença onde você fosse comer.

    Falando em comer… A comida é MUITO gostosa! Eu, para variar um pouquinho, pedi um nhoque ao molho de creme de queijo (amor eterno, amor verdadeiro) e o Renato comeu a lasanha de filé mignon com funghi. Só aviso que se você é que nem eu e come que nem passarinho, divida o prato, haha! Você pode ver o menu e os preços no site oficial!

    Por fim, tomamos um sorvete (apenas desnecessário, considerando o frio da serra hahah!). A conta ficou por volta dos R$140,00. Também não é tão barato, mas vale muito a pena visitar! Seu estômago agradece! 😉

    E aí, o que acharam desse passeio? Gostariam de fazer? Me conta nos comentários!